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Fôrmas de alumínio no MCMV Faixa 3: case com parede de concreto

Fôrmas para parede de concreto em obras MCMV são hoje um dos maiores diferenciais competitivos de construtoras que precisam entregar volume com qualidade, prazo e controle. 

No Brasil, onde o programa Minha Casa Minha Vida impulsiona a produção habitacional em larga escala, escolher o método construtivo certo pode ser a diferença entre uma obra previsível e uma série de atrasos custosos.

O empreendimento Vivaz Nova Irajá, localizado no Rio de Janeiro, é um exemplo prático de como essa escolha impacta diretamente os resultados. 

Com 504 unidades habitacionais enquadradas no MCMV Faixa 3, o projeto utilizou o sistema construtivo parede de concreto com fôrmas de alumínio FORSA — e demonstrou como a industrialização da obra pode transformar a operação de uma construtora.

Neste artigo, portanto, você vai entender os principais desafios de empreendimentos habitacionais em grande escala, conhecer o case Vivaz Nova Irajá em detalhes e descobrir como o sistema FORSA Plus 4.0 contribuiu para a execução desse projeto. 

Além disso, vai encontrar reflexões práticas para avaliar se esse método faz sentido para a sua próxima obra.

Os desafios de construir habitação popular em grande escala

Construir centenas de unidades habitacionais dentro do prazo, do orçamento e com padrão construtivo uniforme é, certamente, um dos maiores desafios do setor. 

Construtoras que atuam no MCMV — sobretudo nas Faixas 2 e 3 — convivem diariamente com pressões que vão muito além da execução técnica:

Produtividade elevada e constante

Quanto mais rápido a construtora conclui unidades, mais eficiente é o uso do capital investido e menor o risco financeiro da operação. 

Aumentar a velocidade sem perder controle exige métodos construtivos industrializados — não improvisação.

Controle rigoroso de cronograma

Atrasos em empreendimentos MCMV geram multas contratuais, insatisfação dos beneficiários e impacto direto na reputação da empresa junto a agentes financeiros e ao poder público.

Redução de desperdícios

Sistemas construtivos tradicionais, especialmente os que utilizam fôrmas de madeira, geram grandes volumes de entulho, consomem mais mão de obra e dificultam a padronização entre unidades.

Pressão sobre os custos operacionais

Obriga construtoras a buscar métodos que combinem eficiência técnica e viabilidade econômica sem abrir mão da qualidade estrutural.

Padronização construtiva

É o que diferencia obras escaláveis de obras que se tornam progressivamente mais difíceis de gerenciar. Sem ela, cada pavimento é um desafio novo — e a produtividade nunca chega ao potencial máximo da equipe.

Leia também: Método parede de concreto em obras Minha Casa Minha Vida

Conheça o projeto Vivaz Nova Irajá

O empreendimento Vivaz Nova Irajá está localizado no Rio de Janeiro, RJ, e integra o programa Minha Casa Minha Vida Faixa 3

Com 504 unidades habitacionais, o projeto é um dos casos mais representativos da aplicação do sistema construtivo parede de concreto em larga escala no Sudeste brasileiro.

O que torna o Vivaz Nova Irajá relevante como case, igualmente, não é apenas o volume de unidades — mas a forma como o projeto foi estruturado para combinar velocidade de execução, padronização construtiva e qualidade de acabamento, mesmo dentro das exigências do programa MCMV.

Leia também: Fôrmas para parede de concreto na obra Vivaz Nova Irajá

Como as fôrmas FORSA Plus 4.0 viabilizaram 504 unidades MCMV

A escolha pelo sistema FORSA não foi casual. Em projetos com alto grau de repetição — como conjuntos habitacionais com centenas de unidades —, o sistema construtivo precisa funcionar como uma linha de produção. 

Quanto mais ciclos a equipe executa, mais rápida e precisa ela se torna. O sistema FORSA foi desenvolvido exatamente para isso.

FORSA Plus 4.0: tecnologia para obras de larga escala

O FORSA Plus 4.0 é o produto principal da linha, resultado de décadas de desenvolvimento técnico e atualização constante. Seu diferencial começa no perfil de 4,0 mm — contra 3,2 mm da geração anterior e da maioria dos concorrentes de mercado. 

Essa espessura maior, combinada com a tecnologia de Solda por Fricção (FSW), garante painéis mais resistentes, com maior vida útil e menor necessidade de manutenção ao longo da obra.

Além disso, o sistema foi projetado para ser montado manualmente, sem necessidade de guindaste — o que simplifica a logística no canteiro e reduz a dependência de equipamentos pesados. Os painéis pesam aproximadamente 22,5 Kg/m², permitindo manuseio ágil pelas equipes de montagem.

Com mais de 1.500 reutilizações em condições adequadas de uso e manutenção, o FORSA Plus 4.0 entrega custo por ciclo progressivamente menor ao longo de empreendimentos com grande número de unidades. 

Em projetos como o Vivaz Nova Irajá, portanto, essa durabilidade representa uma vantagem econômica direta.

fôrmas para parede de concreto

O ciclo de concretagem 

Um dos pilares do ganho de produtividade no sistema FORSA é o ciclo de concretagem. Na prática, o processo funciona assim:

  1. As fôrmas são montadas no dia.
  2. A concretagem é realizada.
  3. No dia seguinte (ou conforme a cura), as fôrmas são desmontadas.
  4. O mesmo conjunto de fôrmas é reposicionado para o próximo apartamento ou pavimento.

Esse ciclo repetitivo transforma a obra em um processo industrial previsível. Após 2 a 3 ciclos iniciais, a equipe já opera com alta produtividade — e a velocidade de execução aumenta progressivamente ao longo do empreendimento.

Em projetos com 504 unidades, como o Vivaz Nova Irajá, a previsibilidade do ciclo é especialmente valiosa. Ela permite planejar com precisão o cronograma geral da obra, antecipar demandas de insumos e dimensionar equipes com mais eficiência.

Sistema monolítico: estrutura e vedação em uma única etapa

O sistema FORSA opera no método monolítico — o que significa que paredes de fachada, divisórias internas e lajes são concretadas simultaneamente, em uma única etapa diária ou conforme as condições permitirem. 

Essa característica elimina sequências construtivas que, em outros métodos, exigem tempo e mão de obra adicionais.

Na prática, isso representa:

  • Redução de etapas construtivas no cronograma.
  • Menor dependência de mão de obra especializada, já que o processo é padronizado e treinável.
  • Uniformidade de acabamento entre todas as unidades do empreendimento.
  • Eliminação de chapisco e reboco em projetos onde o acabamento do concreto atende diretamente aos padrões de entrega.

Dessa forma, o sistema monolítico não apenas acelera a obra — ele também reduz a variabilidade entre unidades, o que é essencial em projetos com centenas de apartamentos iguais.

Resultados do sistema parede de concreto no Vivaz Nova Irajá

O que já é possível afirmar, com base nas características técnicas documentadas do sistema FORSA, é que projetos com alto grau de repetição — como conjuntos habitacionais do MCMV Faixa 3 — são os que mais se beneficiam da industrialização construtiva. 

Isso porque, à medida que os ciclos se repetem, a equipe ganha velocidade, o desperdício diminui e o custo unitário cai progressivamente.

  • 504 unidades habitacionais
  • MCMV Faixa 3 — Rio de Janeiro, RJ
  • Sistema: FORSA Plus 4.0 com ciclo rápido de concretagem
  • Método: concretagem monolítica (paredes + lajes simultaneamente)
  • Reutilizações dos painéis: aproximadamente mais de 1.500 ciclos
  • Execução até 50% mais rápida que métodos tradicionais

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O que outras construtoras do MCMV podem aprender com esse case

O case Vivaz Nova Irajá não é apenas um exemplo de obra concluída — é, sobretudo, uma referência de como a industrialização construtiva pode transformar a operação de uma construtora. 

Há, portanto, cinco aprendizados centrais que outras empresas do setor podem extrair desse projeto:

1. Industrialização da construção como diferencial competitivo 

Construtoras que adotam sistemas industrializados saem na frente na disputa por projetos maiores. 

Isso porque elas conseguem apresentar cronogramas mais confiáveis, menor variabilidade de custo e histórico de execução padronizada — fatores decisivos para aprovação junto a agentes financeiros e órgãos públicos.

2. Ganho de escala sem perder controle 

Em empreendimentos como o Vivaz Nova Irajá, o número de unidades é, ao mesmo tempo, um desafio e uma vantagem. Com o sistema certo, cada unidade executada reduz o custo unitário das seguintes — porque a equipe aprende, os ciclos ficam mais rápidos e o desperdício diminui. 

Sem industrialização, o efeito inverso pode acontecer: a obra se torna mais difícil de gerir à medida que cresce.

3. Padronização como antídoto ao retrabalho 

O sistema monolítico FORSA elimina etapas que, em outros métodos, são fontes recorrentes de retrabalho e patologia construtiva. 

Paredes concretadas com fôrmas metálicas chegam ao padrão de acabamento necessário sem necessidade de chapisco e reboco — o que, além de reduzir custo direto, também diminui o tempo de finalização das unidades.

sistema trepante Gang

4. Previsibilidade operacional como vantagem financeira 

Quando a construtora sabe exatamente quantas unidades vai concluir por semana, ela consegue gerenciar melhor o capital de giro, planejar entregas com precisão e reduzir o custo financeiro da operação. 

O sistema FORSA é, nesse sentido, mais do que um ganho técnico — é uma ferramenta de gestão.

5. Melhor gestão de recursos humanos 

A curva de aprendizado do sistema FORSA é rápida: após 2 a 3 ciclos, as equipes já operam com alta produtividade. 

Isso significa que as construtoras podem treinar equipes próprias e reduzir a dependência de mão de obra especializada externa — um fator crítico em momentos de escassez de trabalhadores qualificados no setor.

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Resultados do sistema parede de concreto no Vivaz Nova Irajá

Antes de adotar qualquer sistema construtivo, é fundamental analisar as características específicas do empreendimento. 

No caso do sistema parede de concreto com fôrmas FORSA, alguns fatores são determinantes para avaliar o potencial de retorno:

Volume de unidades

Quanto maior o número de unidades repetidas, maior o ganho de escala com o sistema. Projetos a partir de 50 unidades já apresentam resultados consistentes; acima de 200 unidades, os ganhos se multiplicam.

Repetitividade do projeto

Empreendimentos com plantas padronizadas entre os pavimentos aproveitam ao máximo a modularidade das fôrmas. Projetos com alta variação arquitetônica exigem adaptações adicionais.

Cronograma desejado

Se a construtora precisa entregar unidades em um prazo apertado, o sistema FORSA é um aliado direto. Da mesma forma, a previsibilidade do método facilita o planejamento de entregas escalonadas.

Disponibilidade de mão de obra

O sistema FORSA reduz a dependência de mão de obra especializada, mas exige treinamento inicial. A FORSA oferece suporte técnico completo nos primeiros ciclos, acelerando a curva de aprendizado da equipe.

Objetivos de produtividade

Se a meta é aumentar a produção mensal de unidades sem aumentar proporcionalmente o tamanho da equipe, o sistema construtivo parede de concreto oferece exatamente esse resultado — especialmente em obras com alto grau de repetição.

A equipe técnica da FORSA realiza análise de viabilidade gratuita para projetos em fase de concepção ou planejamento. Assim, é possível identificar o potencial de ganho antes mesmo de iniciar a obra.

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O sistema FORSA está pronto para apoiar sua próxima obra MCMV

O case Vivaz Nova Irajá demonstra que empreendimentos habitacionais em larga escala exigem, acima de tudo, métodos construtivos capazes de entregar velocidade, qualidade e previsibilidade de forma simultânea. 

Com 504 unidades do MCMV Faixa 3 no Rio de Janeiro, o projeto comprova que a industrialização construtiva não é apenas uma tendência do setor — é uma condição para competir com eficiência nesse mercado.

O sistema FORSA Plus 4.0, com seu ciclo de concretagem monolítica, oferece exatamente o que construtoras que atuam no MCMV precisam: previsibilidade de prazo, padronização de qualidade e custo por unidade progressivamente mais competitivo ao longo da obra.

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FAQ — Perguntas frequentes

1. Fôrmas de alumínio para parede de concreto funcionam em obras do MCMV Faixa 3?

Sim. O sistema de fôrmas de alumínio FORSA Plus 4.0 é amplamente utilizado em empreendimentos do MCMV Faixa 3, como o Vivaz Nova Irajá, com 504 unidades no Rio de Janeiro. O método monolítico permite concretar paredes e lajes simultaneamente, o que garante velocidade e padronização em projetos habitacionais de grande escala.

2.Qual é a vantagem do sistema parede de concreto em comparação com a alvenaria estrutural em obras MCMV?

O sistema parede de concreto com fôrmas FORSA Plus 4.0 executa estrutura, vedação e acabamento em uma única etapa, eliminando chapisco e reboco. Em comparação com a alvenaria estrutural, o método é aproximadamente até 50% mais rápido, gera menos entulho e entrega acabamento mais uniforme. Essas características tornam o sistema especialmente vantajoso em projetos com alto grau de repetição, como conjuntos habitacionais do MCMV.

3.Quantas vezes é possível reutilizar as fôrmas FORSA Plus 4.0?

Com uso e manutenção adequados, os painéis FORSA Plus 4.0 suportam mais de 1.500 reutilizações. Isso representa custo por ciclo progressivamente menor ao longo de empreendimentos com grande volume de unidades. Para efeito de comparação, fôrmas de madeira tradicionais têm vida útil de apenas alguns ciclos e geram alto índice de desperdício e reposição.

4.Como funciona o ciclo de concretagem no sistema FORSA?

O ciclo diário segue quatro etapas: montagem das fôrmas, concretagem, desfôrma no dia seguinte (conforme condições da cura) e reposicionamento do mesmo conjunto para o próximo apartamento ou pavimento. Após 2 a 3 ciclos iniciais, a equipe já opera com alta produtividade. Esse processo repetitivo garante previsibilidade de cronograma e redução progressiva do custo unitário ao longo da obra.

5.A FORSA oferece suporte técnico durante a execução da obra?

Sim. A FORSA fornece projeto de modulação em CAD, treinamento prático da equipe nos primeiros ciclos no canteiro, suporte técnico remoto durante toda a obra e visitas periódicas conforme necessidade. O objetivo é garantir que a equipe domine o sistema rapidamente e alcance alta produtividade já nas primeiras semanas de operação.

6.O projeto arquitetônico precisa ser adaptado para usar o sistema FORSA em obras MCMV?

Idealmente, projetos desenvolvidos com dimensões em múltiplos de 5cm, pé-direito uniforme e alinhamento padronizado de vãos aproveitam ao máximo os benefícios do sistema. A equipe técnica da FORSA oferece consultoria gratuita durante a fase de desenvolvimento do projeto, orientando arquitetos e engenheiros sobre os critérios que maximizam a produtividade e reduzem a necessidade de peças especiais.

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